quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

vida

É dançarmos mil baladas que ainda não foram compostas.
É o deleite possuir a minha voz e cantar a sete ventos.
É fechar os olhos e sonhar no teu abraço, como gostas
E nas palmas das mãos partilharmos profundos sentimentos.

É escrevermos poemas nas linhas de um belo arco íris.
É ouvir a maravilhosa história de uma viagem sem destino.
É, com um simples olhar, dizer-te o quão preciso de ti
E ao cerrá-los, e desapareceres, entrar em desatino!

É respirar contra o teu peito na cristalina arte
Que é viver presa a uma felicidade sem fim nem saída
É habitar todo o longo âmago do tempo; É amar-te!
É tudo de bom. Fazer amor contigo é a própria vida.

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