segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

liberdade e anarquia

Ela é o âmago da condição humana
Das relações das belas pessoas nuas
Recusa a triste rotina da submissão mundana
Que nos obriga a colorir de som as ruas.

Ela é a vontade da natureza inocente
Mãe de todos os animais iguais
Do desapego das infundadas esperanças crentes
À dissidência das tristes normas civilizacionais

Ordena a que não se sigam ordens castradoras
Esbatedoras da impagável identidade individual;
Que se destronem as chefias opressoras
Para a satisfação obrigatória da felicidade global.

É a base de uma vivência de amor,
De ilimitada paz, harmonia, criação
Perante um ideal de tão todos protector
Não compreendo tamanha incompreensão!

A maquinização automática das pessoas
Roubou-lhes o natural espírito de comunidade
Mas o transparente som libertário que entoa
Alimenta-me uma primordial busca pela liberdade.

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